| Vírus influenza B causou internação de recrutas, informou a Marinha do Brasil |
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Em entrevista coletiva realizada nesta terça-feira, a Marinha divulgou que a principal suspeita é de que o vírus influenza B tenha causada o surto no Ciampa, que conta com cerca de 600 recrutas e 200 militares. O comando disse ainda que de 12 alunos submetidos a exames em amostragem para analisar como o surto teve início, sete apresentaram diagnóstico positivo para a doença. Todos os militares e recrutas do quartel foram vacinados no domingo contra o inluenza B, que é um vírus respiratório, transmitido pelo ar. Mais três pessoas foram internadas nesta terça-feira no Hospital Naval Marcílio Dias, no Lins de Vasconcelos, na Zona Norte. Dois instrutores e um médico do Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela (Ciampa) deram entrada no hospital com os mesmos sintomas. No total, 65 pessoas foram infectadas. Destas, 38 já tiveram alta e estão em estado de quarentena. Vinte e sete pessoas seguem internadas. Atividades ao ar livre As aulas teóricas no Ciampa estão sendo ministradas ao ar livre, para evitar contaminação. A Marinha fez questão de ressaltar que os recrutas sempre tem água potável à disposição e cantil e que todo exercício físico durante o treinamento é realizado com programação adequada, o que descarta possibilidade da doença ter sido causada por excesso de atividade física. Participaram da coletiva o Capitão de Mar e Guerra Anderson Medeiros, chefe de Gabinete do Comando Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, o Capitão de Fragata André Delorenzi, encarregado do Serviço de Controle e Informações Hospitalares do Hospital Marcílio Dias, e o Capitão de Mar e Guerra Éder Sampaio, Comandante do Ciampa. "O Ministério Público Militar está acompanhando o caso para garantir que tudo seja investigado da maneira correta, disse o CMG Anderson Medeiros”. |